Ele Voltou!

O Zico chegou.
Nos Braços do povo,
Zico voltou.
De humildade... repleto, rico.
Mais que Imperador, é Deus.
Não Zeus. Sim, o Zico.

É minha gente... o nosso grande Zico está de volta!
A euforia toma conta de todos aqueles que pelo menos já ouviram falar do grande ídolo e craque Mundial!
Veio trazer sua visão altruísta e honesta para a combalida direção de futebol da Gávea.
Muitos jogadores pensam ser maiores que o Flamengo. Quem conseguirá sequer equivaler-se? Na minha opnião, só dois: Júnior e Zico. E isso foi alcançado graças ao incrível nível de humildade que esses monstros atingem diante do Mais Amado.
Agora é ter paciência e confiar na idoneidade de Sua Majestade.
Eu vi Zico jogar. Não me lembro de uma partida sequer na qual ele participasse sem entrega e esforço total. Lamentei o fim de sua carreira -como a do Maestro- e por isso mesmo sei o que é vislumbrar qualquer possibilidade de contato profissional que ele venha a ter novamente com o Rubro-Negro Original do Brasil. Como na história do Rei Midas, acredito que o que o Zico vier a tocar no Flamengo, virará ouro.
Espero que as cornetas só apareçam agora para anunciar sua presença tão agradável nas dependências da Gávea e do Maraca.
(Tenho o receio de que as novas gerações de torcedores do Flamengo não entendam sinceramente o valor desse grande momento... mas isso é por enquanto apenas um receio.)
ZICO, EU CONFIO EM VOCÊ!

(Ufa! Heim, presidenta? Essa foi a melhor coisa que você podia fazer pelo Flamengo! Parabéns e ouvidos atentos ao Galinho.)

Verdadeiras Saudações Rubro-Negras!

Que torcida é essa?

Vamos lá... parece que as coisas estão mais difíceis de entender que o normal...
Eu sei que torcedor é um estado de espírito. Quando o time está vencendo, amamos e elogiamos até o jogador que está no banco... E que quando o time perde, ficamos insanos, até a chuteira de cor duvidosa nos irrita. Qualquer jogador meia-boca vira sonho de consumo...
Isso significa que a passionalidade nos acompanha tanto nos bons quanto nos maus momentos. Mas nós somos meros torcedores. Nossa função é fazer festa, torcer.
Perder a cabeça e entrar em desespero é exclusividade absolutamente nossa. Não dá pra admitir que a direção do Mais Amado também seja influenciada pelo mesmo mal e, que por conta disso, fique tão amedrontada diante da reação negativa da torcida, à ponto de preferir não agir, de ser negligente. E nem também que por conta do coração nervoso, queira tapar buracos à qualquer custo.
Como sabemos, tapar buracos é paliativo para uma grande e profunda reforma.
Cabe à direção do Flamengo, agir com pulso, vigor e responsabilidade ante e antes de qualquer passo que o Clube dê em sua caminhada.
Por tanto, nada de contratar gente à esmo só porquê a timeco tal já contratou sicrano e fulano, ou ainda, mandar embora esse ao aquele jogador porquê a torcida pede e a imprensa superdimensiona tal querer.
Todo mundo sabe que o que mais quer a imprensa, é polêmica. Ela precisa sobreviver. Mesmo que de forma infeliz, à custa de desgraça. Ela forja frases e intenções malévolas em pensamentos abertos. E o povo, em sua maioria, cai como otário.
E o profissional do clube, é mais mané ainda, que pensa que o que lhe chega aos ouvidos é tudo verdade. Bastaria ao 'craque' sair nas ruas e saber da boca do povo o que realmente pensam dele... Mas, quem o faria hoje em dia?
No Flamengo, tudo é muito maior. A pressão que já é grande, se torna quase insuportável. A torcida é o termômetro instável da direção do Clube, que por sua vez, não tem pulso nem competência pra segurar os profissionais. É uma relação de trocas de migalhas.
O Flamengo é o maior time do planeta, geral sabe, mas daí à ter -e manter- um time de atletas à sua altura são outros quinhentos. Requer muito dinheiro pra a manutenção, boa quantidade de peças de reposição -de qualidade- para competições de longo curso, e principalmente, uma direção firme, segura de cada decisão, de cada ordem.
Isso já não é de hoje. Quando lembro dos ladrões que outrora dominavam e vampirizavam o Flamengo, sinto um nojo indescritível. Era só você olhar como as coisas eram feitas na encolha que o cheiro de merda no futuro era certo.
Agora, olho pra nossa presidenta e perbebo seu olhar perdido e assustado. Vejo-a longe de roubalheiras, mas próxima das fugas de responsabilidade e esclarescimento dos fatos. Contratos de jogadores terminando e ela correndo da briga, deixando a decisão nas mãos dos jogadores e empresários... vai dar merda de novo!
Por outro lado, sinto que vai chegar a hora em que ela vai começar a comprar jornais de quinta categoria... Vai lê-los, se desesperar e contratar qualquer jogador meia-boca que consiga dar dois passes certos seguidos contra o próprio Flamengo.
Não dá, presidenta! Pensou que assumir o Flamengo era coisa pequena? Agora é hora de aprender isso na marra!
Nada de levar a sério 90% do que nós, torcedores flanáticos exigimos do dia pra noite... Use o bom-senso feminino caso lhe falte a experiência.
Cerque-se de pessoas fortes e de boa índole. O Flamengo merece... e agradece!
E torcida, uma dose de raciocínio é sempre bom contra a cegueira passional que nos toma.
Gozar também requer responsabilidades.

Verdadeiras Saudações Rubro-Negras!

Adriano, obrigado e vai na paz!

Como já comentei em alguns blogs que dedicam atenção ao Mengão, vou repertir aqui: não dá pra cuspir no prato que comemos.
Adriano nos serviu sim, e muito bem. À ele -em grande parte- devemos creditar o Hexa conquistado depois de 17 anos. Assim como ao Pet, ao Andrade, ao Angelim, etc. O Imperador resolveu várias vezes a parada pro nosso lado, chamava pra si a responsabilidade... como todo imperador tem de ser e fazer.
E graças à troca de energias com essa Nação Maravilhosa, ele se agigantou ainda mais. Foi tudo foi perfeito.
Mas sinceramente, também foi tudo muito casual. Sem desdéns, sem recalques, sem chororôs.
O Flamengo deu ao Adriano o que ele precisava e ele fez o mesmo ao Fla.
O que tem que ficar dessa relação são as boas recordaçõess: um título perseguido à quase duas décadas e a sensação de estar no lugar onde cabe ao Mais Amado.
Adriano se recuperou parcialmente de suas deprês, respirou o hálito dos Deuses do Futebol e partiu para outros reinos. Só isso. Paciência. Nada de rasgar as preguinhas, nada de tirar os cabelos... Como qualquer um de nós que sente a necessidade de mudar de firma... e só cabe a nós saber se é ou não a hora de fazê-lo. E aviso logo que se o Flamengo algum dia se tornar uma Empresa, isso deverá ser mais comum do que essa galera imagina. Afinal, esse lance de Clube-Família é coisa dos áureos tempos. Devemos mudar o foco pras coisas concretas e definitivas -como títulos- e deixar essa paixão pelos profissionais que passam pelo Clube em segundo plano. Salvos aqueles que reconhecermos merecedores de nosso carinho mais eterno. Coisa de torcedor consciente, racional, inteligente...
De certo modo, foi na conta do chá. A gratidão que teremos por ele já foi plantada na memória de cada torcedor do Mengão e isso, ninguém tira. Igualmente como foi com o Pet.
De qualquer forma, isso não lhe dá o direito de fazer do Flamengo, o quintal de sua casa. Melhor então ser homem e assumir que o tesão acabou. É isso aí.
Ninguém nessa história deve se ver como traído. Até porquê provavelmente o cara foi pro Roma e não pra turma dos Maloqueiros...
O futebol moderno é profissional. Nós é que ainda temos essa cultura passional de achar que teremos ídolos eternizados dentro do clube, como nos foi (mal) acostumado na Era dos Grandes.
Certamente que esse tempo acabou, minha gente. Está difícil até de encontrar algum jogador que consideremos craque, que dirá ídolo!... Não é o primeiro jogador diferenciado que nos deixa: Júlio César, Juan -o zagueiro, Ibson, Emerson... e até mesmo Zico e Júnior. As razões de cada um não importam agora.
Me lembro bem de já ter ouvido muita gente vaiando o Júlio César também... o que esse povo quer? Intolerância tem limite... tanto quanto a tolerância. (Daqui a pouco, é o Bruno que se manda, e a gente sabe que, mesmo não sendo tão estável quanto poderia, é um grande goleiro e que também nos rendeu grandes alegrias...)
Nada a ver essa galera que agora quer apagar os feitos do Imperador. Não é pra tanto. Essa passionalidade está aumentando cada vez mais o peso do Manto Sagrado. Parece até invasão de arco-íris enrustidos, querendo sabotar o glamour típico do Clube... Vamos reprogramar as cornetas. Primeiro, direcionando-as pra que o Flamengo comece enfim a se reestruturar de forma condizente com suas dimensões.
Por causa da corneta do mal, o Andrade sambou... e o Rogério é a prova de que o problema não é comando técnico/tático/estratégico e sim, a administração insegura fora das quatro linhas. Algo que não dá a menor sensação de seriedade aos -já marotos, nessa onda- jogadores do clube.
Precisamos treinar o desapego daqueles que nos despertam o prazer dos títulos conquistados e a mera esperança de novas vitórias.
Já li neguinho clamando aquele jogador que eliminou o Flamengo da Libertadores... quer dizer, só porque o cara quis mostrar serviço em alguns lances, ele já é digno de vestir a camisa do nosso Flamengo? Não dá. Cambada de desesperados...
Antes, é preciso saber que o tal é tão irregular quanto o solo japonês, não gosta de treinar e tem o ego maior que o do Imperador... Já chega, ou não?
É por agir com o coração nas horas cerebrais que o Flamengo não é uma força estável, como deveria ser.
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Enquanto isso, vale lembrar que o Basquete do Flamengo está nas cabeças! Sábado estive na arena e foi emoção do início ao fim. Seremos TRI, como nos cabe! Sem mais.

Verdadeiras Saudações Rubro-Negras.